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Por conta da pandemia, limeirense envolvido com facções e que foi preso no Paraguai pede para deixar a prisão

Por Redação Rápido no Ar
Preso no Paraguai em outubro de 2019, acusado de fornecer armas e drogas às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), L.A.F., vulgo “Mais Velho”, pediu à Justiça para que sua prisão preventiva referente a um processo de 2017 seja convertida em prisão domiciliar. O juiz da 2ª Vara Criminal de Limeira negou o pedido.

A defesa alegou que a pandemia do novo coronavírus, o Covid-19, oferece risco ao réu, mas a Justiça acolheu o posicionamento do Ministério Público, que se mostrou contrário à decisão, e apontou que L. “não integra o grupo de risco de maior suscetibilidade ao contágio e agravamento dos sintomas do Covid-19, como mencionado pelo Ministério Público. O acolhimento do pedido, com o fundamento exposto pela defesa, ensejaria a imediata revogação de todas as prisões cautelares em vigência nesta vara criminal, pelos mais variados crimes, o que soa bastante temerário, com risco de agravamento da ordem pública, já bastante afetada pelos recentes acontecimentos, lançando mais um perigoso ingrediente de desestabilização na nossa sociedade, em tão delicado momento. Por fim, mostra-se descabida a alegação de que ao custodiado deve ser concedida imediatamente medida substitutiva da prisão por conta do COVID-19, uma vez que não há informações seguras e precisas de disseminação do vírus no interior dos estabelecimentos prisionais, não havendo, ainda, comprovação de que o réu faz parte de algum grupo de risco ou que tenha a saúde fragilizada. Pelo exposto, indefiro o pedido da defesa, mantendo a prisão preventiva do réu”, apontou na decisão o juiz Edson José de Araújo Júnior.

No processo que tramita na 2ª Vara Criminal, L., seu irmão R.F., vulgo “Tico”, R.S. e A.A.C., vulgo “Frango”, eles são acusados de tráfico de drogas. A denúncia aponta que eles integravam organização criminosa dedicada à importação de drogas e distribuição no território nacional, coordenados por “Tico”. R. é tido como o homem responsável pelo financeiro da organização, versando sobre a remessa de elevadas quantias em dólares, bem como envio de dinheiro para a Espanha.

Durante a investigação, foi descoberta a articulação da organização criminosa na exportação de drogas em larga escala para a Europa – houve apreensão de container com cerca de 110 quilos de cocaína em navio destinado à Espanha. Além disso, “Tico” teria adquirido e providenciado o transporte de 63,7kg de crack oriundo do Paraguai, apreendidos em julho de 2013 em Bauru. Anda na ocasião, também descobriram que entorpecentes oriundos dos irmãos limeirenses chegaram à Bolívia.

PRISÃO NO PARAGUAI
L. foi preso no ano passado no Paraguai durante uma operação da Secretaria Nacional Antidrogas do país vizinho, nomeada “Operação Norte”. Ele estava num imóvel de luxo em Assunção

Na ocasião, Sérgio Moro, ministro da Justiça, citou em sua página numa rede social: “Agradecemos ao Paraguai pela entrega ao Brasil de mais um chefão do tráfico de drogas brasileiro capturado naquele país. Aqui já tem destino certo, a prisão”, publicou.

O limeirense era tido no Paraguai como "chefe executivo do tráfico".

Por conta da pandemia, limeirense envolvido com facções e que foi preso no Paraguai pede para deixar a prisão

Por Redação Rápido no Ar
Preso no Paraguai em outubro de 2019, acusado de fornecer armas e drogas às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), L.A.F., vulgo “Mais Velho”, pediu à Justiça para que sua prisão preventiva referente a um processo de 2017 seja convertida em prisão domiciliar. O juiz da 2ª Vara Criminal de Limeira negou o pedido.

A defesa alegou que a pandemia do novo coronavírus, o Covid-19, oferece risco ao réu, mas a Justiça acolheu o posicionamento do Ministério Público, que se mostrou contrário à decisão, e apontou que L. “não integra o grupo de risco de maior suscetibilidade ao contágio e agravamento dos sintomas do Covid-19, como mencionado pelo Ministério Público. O acolhimento do pedido, com o fundamento exposto pela defesa, ensejaria a imediata revogação de todas as prisões cautelares em vigência nesta vara criminal, pelos mais variados crimes, o que soa bastante temerário, com risco de agravamento da ordem pública, já bastante afetada pelos recentes acontecimentos, lançando mais um perigoso ingrediente de desestabilização na nossa sociedade, em tão delicado momento. Por fim, mostra-se descabida a alegação de que ao custodiado deve ser concedida imediatamente medida substitutiva da prisão por conta do COVID-19, uma vez que não há informações seguras e precisas de disseminação do vírus no interior dos estabelecimentos prisionais, não havendo, ainda, comprovação de que o réu faz parte de algum grupo de risco ou que tenha a saúde fragilizada. Pelo exposto, indefiro o pedido da defesa, mantendo a prisão preventiva do réu”, apontou na decisão o juiz Edson José de Araújo Júnior.

No processo que tramita na 2ª Vara Criminal, L., seu irmão R.F., vulgo “Tico”, R.S. e A.A.C., vulgo “Frango”, eles são acusados de tráfico de drogas. A denúncia aponta que eles integravam organização criminosa dedicada à importação de drogas e distribuição no território nacional, coordenados por “Tico”. R. é tido como o homem responsável pelo financeiro da organização, versando sobre a remessa de elevadas quantias em dólares, bem como envio de dinheiro para a Espanha.

Durante a investigação, foi descoberta a articulação da organização criminosa na exportação de drogas em larga escala para a Europa – houve apreensão de container com cerca de 110 quilos de cocaína em navio destinado à Espanha. Além disso, “Tico” teria adquirido e providenciado o transporte de 63,7kg de crack oriundo do Paraguai, apreendidos em julho de 2013 em Bauru. Anda na ocasião, também descobriram que entorpecentes oriundos dos irmãos limeirenses chegaram à Bolívia.

PRISÃO NO PARAGUAI
L. foi preso no ano passado no Paraguai durante uma operação da Secretaria Nacional Antidrogas do país vizinho, nomeada “Operação Norte”. Ele estava num imóvel de luxo em Assunção

Na ocasião, Sérgio Moro, ministro da Justiça, citou em sua página numa rede social: “Agradecemos ao Paraguai pela entrega ao Brasil de mais um chefão do tráfico de drogas brasileiro capturado naquele país. Aqui já tem destino certo, a prisão”, publicou.

O limeirense era tido no Paraguai como "chefe executivo do tráfico".

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