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O choro!

Por Sophia Rodovalho
Falamos tanto em choro, dor, tristezas que esquecemos que lágrimas são expressão de nossas emoções e estas podem ser emoções de alegria, de amor, de felicidade extrema, de gratidão.

Esse é o choro bom da vida, aquele choro que mostra a alegria, que sai sob forma de explosão de amor, de surpresa, de felicidade.

Rubem Alves já dizia sabiamente que “caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.” e como faz!

Como é inesquecível e gostoso o choro ao ver o rosto do filho (a) que acabou de nascer, porque é o choro do amor, porque é o choro da explosão de felicidade. O choro da conquista é único, ele vem para coroar os bons frutos de uma semeadura, de um plantio e de um cultivo trabalhosos, mas bem-sucedidos, mas felizes, é o choro da vitória, da realização, de ver todo o esforço e trabalho ter valido a pena, quem não se lembra de chorar ao finalizar a formação acadêmica, ao receber o diploma, depois de tanto estudo e dedicação, ou de conseguir o emprego tão batalhado ou aquela premiação tão merecida, depois de tanto esforço? E o choro de ver um filho crescer e a cada dia realizar feitos mais complexos e elaborados? Choramos nas apresentações escolares, choramos na ‘formaturinha’ do pré, choramos quando um trabalho, um texto, um desenho, um poema de um filho é premiado. Choramos por amor, choramos de orgulho. Choramos ao vê-los crescer.

O choro nem sempre é expressão de dor ou de tristeza, ele é sim a expressão de uma emoção forte que toma conta de nós, como por exemplo quando percebemos o amor que temos e que recebemos e que ele é forte, é grande e é poderoso! Que ele nos modifica. Choramos ao recebermos tanto amor, que a emoção do peito escorre pelos olhos, porque o amor é assim, forte, intenso, bonito e não conseguimos disfarçar.

Choramos de saudade! Áh o amor! Ele é intenso e dá saudade! E essa saudade fica grande, ocupa o peito todo e choramos, afinal, como dizia Rubem Alves, “a saudade é nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”...

Que possamos chorar de tanto amor, de saudade, tomados pela emoção, chorar por nossas realizações e conquistas. Que nosso choro possa ser a expressão máxima do amor que toma conta de nós.

Encerro com o convite a reflexão: “A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar.” Antoine de Saint-Exupéry

Mande seu comentário ou sugestão para sophiarodovalho@rapidonoar.com.br. Sua participação é muito importante!


O choro!

Por Sophia Rodovalho
Falamos tanto em choro, dor, tristezas que esquecemos que lágrimas são expressão de nossas emoções e estas podem ser emoções de alegria, de amor, de felicidade extrema, de gratidão.

Esse é o choro bom da vida, aquele choro que mostra a alegria, que sai sob forma de explosão de amor, de surpresa, de felicidade.

Rubem Alves já dizia sabiamente que “caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.” e como faz!

Como é inesquecível e gostoso o choro ao ver o rosto do filho (a) que acabou de nascer, porque é o choro do amor, porque é o choro da explosão de felicidade. O choro da conquista é único, ele vem para coroar os bons frutos de uma semeadura, de um plantio e de um cultivo trabalhosos, mas bem-sucedidos, mas felizes, é o choro da vitória, da realização, de ver todo o esforço e trabalho ter valido a pena, quem não se lembra de chorar ao finalizar a formação acadêmica, ao receber o diploma, depois de tanto estudo e dedicação, ou de conseguir o emprego tão batalhado ou aquela premiação tão merecida, depois de tanto esforço? E o choro de ver um filho crescer e a cada dia realizar feitos mais complexos e elaborados? Choramos nas apresentações escolares, choramos na ‘formaturinha’ do pré, choramos quando um trabalho, um texto, um desenho, um poema de um filho é premiado. Choramos por amor, choramos de orgulho. Choramos ao vê-los crescer.

O choro nem sempre é expressão de dor ou de tristeza, ele é sim a expressão de uma emoção forte que toma conta de nós, como por exemplo quando percebemos o amor que temos e que recebemos e que ele é forte, é grande e é poderoso! Que ele nos modifica. Choramos ao recebermos tanto amor, que a emoção do peito escorre pelos olhos, porque o amor é assim, forte, intenso, bonito e não conseguimos disfarçar.

Choramos de saudade! Áh o amor! Ele é intenso e dá saudade! E essa saudade fica grande, ocupa o peito todo e choramos, afinal, como dizia Rubem Alves, “a saudade é nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”...

Que possamos chorar de tanto amor, de saudade, tomados pela emoção, chorar por nossas realizações e conquistas. Que nosso choro possa ser a expressão máxima do amor que toma conta de nós.

Encerro com o convite a reflexão: “A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar.” Antoine de Saint-Exupéry

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