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Menina de 4 anos sofre queimadura dentro de supermercado em Limeira ao tocar equipamento quente

Por Redação Rápido no Ar
O pai de uma menina, de 4 anos de idade, procurou o Plantão Policial na noite de segunda-feira (6) para registrar um Boletim de Ocorrência contra um supermercado, no Jardim do Lago, em Limeira (SP), após a criança sofrer uma queimadura em uma das mãos por tocar um equipamento na seção de hortifruti.

Segundo o homem, de 34 anos, ele estava com a esposa e as filhas no supermercado, quando ouviu um grito da criança e viu que ela tinha se queimado. Ele alega que a máquina seladora, usada para o fechamento de embalagens plásticas por meio do aquecimento de placas de metal, estava desprotegida e em baixa altura, sendo de fácil acesso à menina.

A criança teve atendimento médico da Helpmóvel ainda no local, acionada pelo próprio pai. Ele registrou que o gerente do estabelecimento teria perguntado se atendimento médico já tinha sido acionado e guardou a máquina após o ocorrido.

O pai foi orientado na delegacia que tem um prazo de seis meses para representar contra o supermercado e processar a empresa por lesão corporal culposa.

Menina de 4 anos sofre queimadura dentro de supermercado em Limeira ao tocar equipamento quente

Por Redação Rápido no Ar
O pai de uma menina, de 4 anos de idade, procurou o Plantão Policial na noite de segunda-feira (6) para registrar um Boletim de Ocorrência contra um supermercado, no Jardim do Lago, em Limeira (SP), após a criança sofrer uma queimadura em uma das mãos por tocar um equipamento na seção de hortifruti.

Segundo o homem, de 34 anos, ele estava com a esposa e as filhas no supermercado, quando ouviu um grito da criança e viu que ela tinha se queimado. Ele alega que a máquina seladora, usada para o fechamento de embalagens plásticas por meio do aquecimento de placas de metal, estava desprotegida e em baixa altura, sendo de fácil acesso à menina.

A criança teve atendimento médico da Helpmóvel ainda no local, acionada pelo próprio pai. Ele registrou que o gerente do estabelecimento teria perguntado se atendimento médico já tinha sido acionado e guardou a máquina após o ocorrido.

O pai foi orientado na delegacia que tem um prazo de seis meses para representar contra o supermercado e processar a empresa por lesão corporal culposa.

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