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Ansiedade: o mal do século

Por Sophia Rodovalho
Ana Regina GL Castillo, em seu artigo “Transtornos de Ansiedade”, caracteriza-a como ‘um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho’.

A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são desproporcionais em relação ao estímulo. A maneira mais prática de avaliarmos, de acordo com a autora, se a ansiedade é normal ou patológica é, basicamente, avaliar se a reação ansiosa é de curta duração, autolimitada ao estímulo ou ao momento, ou não.


O significado de ansiedade mais aceito é o do psiquiatra australiano Aubrey Lewis que, em 1967, descreveu o termo como “um estado emocional com a qualidade do medo, desagradável, dirigido para o futuro, desproporcional e com desconforto subjetivo”. De uma forma geral, a ansiedade é um sentimento incômodo e projetado para o futuro, afirma o autor. A pessoa ansiosa vive num estado de alerta constante por causa de uma situação que pode acontecer – e causar sofrimento.

Sêneca já afirmava que “Nada é tão lamentável e nocivo como antecipar desgraças.”, e estava correto. Sofremos pelo sofrimento que ainda não chegou. Damos a ele o peso que achamos que ele terá, ainda que não saibamos como ele virá. Deixamos de pensar em coisas agradáveis e nos preocupamos em demasia com dores e com receios.

Adriana Vilella afirma que: “É muito comum as pessoas reclamarem que são ansiosas demais e os especialistas chamarem os nossos tempos de “era da ansiedade”.

Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma a linha que separa a ansiedade normal da exagerada é muito tênue e varia de pessoa para pessoa. Há quem lide muito bem com uma rotina agitada, enquanto que outros não podem nem pensar em ter preocupações. “A ansiedade se torna patológica quando começa a atrapalhar a vida do paciente.

São sintomas de ansiedade: enxergar perigo em tudo, alterações de sono, sofrer com tensão muscular, preocupar-se em excesso, ficar à beira de um ataque de nervos, conviver com medos irracionais, apresentar inquietação constante, perfeccionismo, problemas digestivos, dentre outros.

A Psicoterapia é um processo que pode ajudar e muito, os indivíduos que sofrem com ansiedade. A psicoterapia é um tratamento colaborativo baseado na relação entre um indivíduo e um psicólogo.
Baseado em diálogo, ele fornece um ambiente de apoio que permite falar abertamente com alguém que é objetivo, neutro e sem julgamento.

Você e seu psicólogo trabalharão juntos para identificar e mudar os padrões de pensamento e comportamento que o impedem de sentir o seu melhor, aumentando o autoconhecimento e a resiliência.
Além disso: atividade física, meditação e atividades relaxantes ajudam muito neste processo de lidar com a ansiedade.

Se, apesar de tudo isso, esta ainda persistir, procure um médico, que juntos, vocês avaliarão a necessidade de um medicamento para controle da mesma e diminuição dos sintomas.

Encerro esta coluna de hoje com um convite à reflexão de Max Lucado: “Precisamos ser pacientes, mas não ao ponto de perder o desejo; devemos ser ansiosos, mas não ao ponto de não sabermos esperar.”

Ansiedade: o mal do século

Por Sophia Rodovalho
Ana Regina GL Castillo, em seu artigo “Transtornos de Ansiedade”, caracteriza-a como ‘um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho’.

A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são desproporcionais em relação ao estímulo. A maneira mais prática de avaliarmos, de acordo com a autora, se a ansiedade é normal ou patológica é, basicamente, avaliar se a reação ansiosa é de curta duração, autolimitada ao estímulo ou ao momento, ou não.


O significado de ansiedade mais aceito é o do psiquiatra australiano Aubrey Lewis que, em 1967, descreveu o termo como “um estado emocional com a qualidade do medo, desagradável, dirigido para o futuro, desproporcional e com desconforto subjetivo”. De uma forma geral, a ansiedade é um sentimento incômodo e projetado para o futuro, afirma o autor. A pessoa ansiosa vive num estado de alerta constante por causa de uma situação que pode acontecer – e causar sofrimento.

Sêneca já afirmava que “Nada é tão lamentável e nocivo como antecipar desgraças.”, e estava correto. Sofremos pelo sofrimento que ainda não chegou. Damos a ele o peso que achamos que ele terá, ainda que não saibamos como ele virá. Deixamos de pensar em coisas agradáveis e nos preocupamos em demasia com dores e com receios.

Adriana Vilella afirma que: “É muito comum as pessoas reclamarem que são ansiosas demais e os especialistas chamarem os nossos tempos de “era da ansiedade”.

Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma a linha que separa a ansiedade normal da exagerada é muito tênue e varia de pessoa para pessoa. Há quem lide muito bem com uma rotina agitada, enquanto que outros não podem nem pensar em ter preocupações. “A ansiedade se torna patológica quando começa a atrapalhar a vida do paciente.

São sintomas de ansiedade: enxergar perigo em tudo, alterações de sono, sofrer com tensão muscular, preocupar-se em excesso, ficar à beira de um ataque de nervos, conviver com medos irracionais, apresentar inquietação constante, perfeccionismo, problemas digestivos, dentre outros.

A Psicoterapia é um processo que pode ajudar e muito, os indivíduos que sofrem com ansiedade. A psicoterapia é um tratamento colaborativo baseado na relação entre um indivíduo e um psicólogo.
Baseado em diálogo, ele fornece um ambiente de apoio que permite falar abertamente com alguém que é objetivo, neutro e sem julgamento.

Você e seu psicólogo trabalharão juntos para identificar e mudar os padrões de pensamento e comportamento que o impedem de sentir o seu melhor, aumentando o autoconhecimento e a resiliência.
Além disso: atividade física, meditação e atividades relaxantes ajudam muito neste processo de lidar com a ansiedade.

Se, apesar de tudo isso, esta ainda persistir, procure um médico, que juntos, vocês avaliarão a necessidade de um medicamento para controle da mesma e diminuição dos sintomas.

Encerro esta coluna de hoje com um convite à reflexão de Max Lucado: “Precisamos ser pacientes, mas não ao ponto de perder o desejo; devemos ser ansiosos, mas não ao ponto de não sabermos esperar.”

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