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A importância e o poder da uma amizade

Por Sophia Rodovalho
“(...) And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand, when everything's meant to be broken, I just want you to know who I am, and you can't fight the tears that ain't coming, or the moment of truth in your lies, when everything feels like the movies, yeah you bleed just to know you're alive.” (E eu não quero que o mundo me veja, porque eu não creio que eles podem entender, quando tudo está destinado a ruir, eu só quero que você saiba quem eu sou e você não pode brigar com lágrimas que não vem ou com momentos de verdades em suas mentiras, pois quando se parece como um filme, sim, você sangra apenas para saber que está vivo.)

Quem me acompanha e às minhas colunas sabe que costumo iniciar e terminar com músicas que contenham mensagens importantes e/ou com trechos de autores de renome e não poderia ser diferente nesta que fala sobre amizade e sua mágica transformadora.

A amizade é o encontro de duas almas, acontece ao acaso, começa a se construir a partir de uma simpatia, de uma identificação com o modo de pensar e de agir do outro, vai evoluindo para um gostar, para a confiança, vamos nos envolvendo, vamos nos entregando, vamos trocando afeto, vamos descobrindo tanto em comum e tantas diferenças, tanta coisa que nos difere e nos completa, como é mágico, como é divertido e como é gostoso.

Como dizia Aristóteles: “A amizade é uma alma com dois corpos”, é isso: uma alma, ligada por muita sintonia, empatia, respeito, cuidado, amor, carinho, preocupação.

Tão importante quanto nossos vínculos familiares, quanto nossos amados familiares, que são ‘parte de nós’, que nos conhecem, que têm nossa origem, cujo amor é intrínseco, forte e arrebatador, são os amigos, que nada mais são que os familiares que escolhemos para dividir essa incrível jornada, chamada vida, conosco.

Existem momentos em nossas vidas que não queremos o mundo nos vendo, que queremos passar despercebidos por todos, queremos apenas o ‘colo’, o ouvido, o carinho de um amigo, porque este nos conhece, porque nos ama, porque sabe a palavra que precisamos, o cafuné que merecemos, a bronca que nos será útil...

Cada amigo tem sua particularidade, seu jeitinho. Meus melhores amigos, dos melhores amigos do mundo: meus filhos Mariana e Gabriel até sabem quem é quem dependendo do horário da mensagem ou ligação, do assunto, se eu estiver escrevendo a mensagem, pelo meu sorriso, ou pelo meu rosto mais sério, sabem com que amigo estou falando. Não preciso se quer adiantar o assunto ou dar dicas.

Não é preciso um monte de amigos, mas alguns, que dividam a vida conosco. Que comemorem e vibrem com os bons momentos, que se preocupem conosco nas adversidades, que nos deem as mãos ou até mesmo nos empurrem quando empacamos e não conseguimos sair do lugar, que ajudem a diminuir a dor, de forma carinhosa, que deem boas risadas conosco, de forma muito espontânea. Não precisam ser muitos, mas precisam ser verdadeiros, leais, jóias raras que nos conhecem, amam e completam.

Aos meus amigos, aqueles que dizem: “ai amiga, tamo junto”, “sifiiaa”, “meu Deus, eu tenho emprego por sua culpa” ou para os quais eu digo: “com ou sem bola de cristal”, “você prometeu que vinha à Limeira há um ano” ou daquela que escuto: “porqueira” meu muito obrigada pelo amor de sempre, pelo carinho, pelo companheirismo. Cada um de vocês me diz ‘eu te amo’ e a cada um de vocês é dito ‘eu te amo’ de uma maneira única.

Que cada leitor dessa coluna hoje possa pensar em seus amigos, possa se perceber enquanto amigo, possa agradecer pelos laços que construiu e leva-los para a vida toda. Que muitos sorrisos possam permear as relações de vocês, mas muito colo e muito amor também.

A cada um dos meus queridos deixo que Milton Nascimento lhes fale o que penso de vocês, através de sua música infinitamente poética e linda: “Amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração (...) No lado esquerdo do peito, mesmo que o tempo e a distância digam "não", mesmo esquecendo a canção, o que importa é ouvir a voz que vem do coração (...)”.

A importância e o poder da uma amizade

Por Sophia Rodovalho
“(...) And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand, when everything's meant to be broken, I just want you to know who I am, and you can't fight the tears that ain't coming, or the moment of truth in your lies, when everything feels like the movies, yeah you bleed just to know you're alive.” (E eu não quero que o mundo me veja, porque eu não creio que eles podem entender, quando tudo está destinado a ruir, eu só quero que você saiba quem eu sou e você não pode brigar com lágrimas que não vem ou com momentos de verdades em suas mentiras, pois quando se parece como um filme, sim, você sangra apenas para saber que está vivo.)

Quem me acompanha e às minhas colunas sabe que costumo iniciar e terminar com músicas que contenham mensagens importantes e/ou com trechos de autores de renome e não poderia ser diferente nesta que fala sobre amizade e sua mágica transformadora.

A amizade é o encontro de duas almas, acontece ao acaso, começa a se construir a partir de uma simpatia, de uma identificação com o modo de pensar e de agir do outro, vai evoluindo para um gostar, para a confiança, vamos nos envolvendo, vamos nos entregando, vamos trocando afeto, vamos descobrindo tanto em comum e tantas diferenças, tanta coisa que nos difere e nos completa, como é mágico, como é divertido e como é gostoso.

Como dizia Aristóteles: “A amizade é uma alma com dois corpos”, é isso: uma alma, ligada por muita sintonia, empatia, respeito, cuidado, amor, carinho, preocupação.

Tão importante quanto nossos vínculos familiares, quanto nossos amados familiares, que são ‘parte de nós’, que nos conhecem, que têm nossa origem, cujo amor é intrínseco, forte e arrebatador, são os amigos, que nada mais são que os familiares que escolhemos para dividir essa incrível jornada, chamada vida, conosco.

Existem momentos em nossas vidas que não queremos o mundo nos vendo, que queremos passar despercebidos por todos, queremos apenas o ‘colo’, o ouvido, o carinho de um amigo, porque este nos conhece, porque nos ama, porque sabe a palavra que precisamos, o cafuné que merecemos, a bronca que nos será útil...

Cada amigo tem sua particularidade, seu jeitinho. Meus melhores amigos, dos melhores amigos do mundo: meus filhos Mariana e Gabriel até sabem quem é quem dependendo do horário da mensagem ou ligação, do assunto, se eu estiver escrevendo a mensagem, pelo meu sorriso, ou pelo meu rosto mais sério, sabem com que amigo estou falando. Não preciso se quer adiantar o assunto ou dar dicas.

Não é preciso um monte de amigos, mas alguns, que dividam a vida conosco. Que comemorem e vibrem com os bons momentos, que se preocupem conosco nas adversidades, que nos deem as mãos ou até mesmo nos empurrem quando empacamos e não conseguimos sair do lugar, que ajudem a diminuir a dor, de forma carinhosa, que deem boas risadas conosco, de forma muito espontânea. Não precisam ser muitos, mas precisam ser verdadeiros, leais, jóias raras que nos conhecem, amam e completam.

Aos meus amigos, aqueles que dizem: “ai amiga, tamo junto”, “sifiiaa”, “meu Deus, eu tenho emprego por sua culpa” ou para os quais eu digo: “com ou sem bola de cristal”, “você prometeu que vinha à Limeira há um ano” ou daquela que escuto: “porqueira” meu muito obrigada pelo amor de sempre, pelo carinho, pelo companheirismo. Cada um de vocês me diz ‘eu te amo’ e a cada um de vocês é dito ‘eu te amo’ de uma maneira única.

Que cada leitor dessa coluna hoje possa pensar em seus amigos, possa se perceber enquanto amigo, possa agradecer pelos laços que construiu e leva-los para a vida toda. Que muitos sorrisos possam permear as relações de vocês, mas muito colo e muito amor também.

A cada um dos meus queridos deixo que Milton Nascimento lhes fale o que penso de vocês, através de sua música infinitamente poética e linda: “Amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração (...) No lado esquerdo do peito, mesmo que o tempo e a distância digam "não", mesmo esquecendo a canção, o que importa é ouvir a voz que vem do coração (...)”.

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