O ex-jogador Oscar Schmidt, considerado um dos maiores nomes da história do basquete mundial, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após passar mal e ser internado na Grande São Paulo.
Oscar Schmidt construiu uma trajetória histórica no esporte, tornando-se o maior cestinha da história do basquete, com mais de 49 mil pontos ao longo da carreira. Ídolo no Brasil e reconhecido internacionalmente, o atleta marcou época pela precisão nos arremessos e protagonismo em quadras nacionais e internacionais.
Sua carreira inclui participações em Olimpíadas e passagens por clubes no Brasil e no exterior, consolidando seu nome entre os grandes do esporte.
Na sexta-feira (17), Oscar foi levado às pressas ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba (SP), após apresentar um mal-estar. Segundo a família, ele se recuperava de uma cirurgia recente.
O hospital informou, em nota, que a família solicitou discrição neste momento. A assessoria do ex-jogador também pediu respeito à privacidade diante da situação.
Homenagens e legado
Dias antes, em 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil durante cerimônia do Hall da Fama. Ele não compareceu ao evento por conta da recuperação e foi representado pelo filho, Felipe Schmidt.
Além do legado esportivo, Oscar também é lembrado por frases marcantes, como a que foi citada recentemente pelo irmão, o apresentador Tadeu Schmidt: “Tá nervoso? Joga nervoso mesmo”.
Sua morte representa uma grande perda para o esporte brasileiro, deixando um legado de excelência, dedicação e inspiração para novas gerações.




