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Deixemos ir...

Por Redação Rápido no Ar
Não raras vezes somos prejudicados por alguém, somos magoados por uma fala, uma ação uma atitude, sentimo-nos tristes, chateados, infelizes. Temos a vontade de ‘pagar na mesma moeda’ de fazer com que o outro sofra, com que o outro sinta o que nos fez sentir, para que ‘aprenda de uma vez por todas’ a não fazer mais isso.

Opa! Mas fazendo assim, parece que igualamo-nos aos que nos machucaram, nos igualamos aos que nos magoaram, nos tornamos parecidos em ação e em pensamento com quem nos feriu.

Como dizia Mahatma Gandhi: “O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.” e tinha razão em sua fala. Perdoar os que nos ferem, os que nos machucam, os que nos magoam requer força, requer sermos fortes em nossos princípios, requer fazermos a opção por não vivermos remoendo e relembrando o que nos atingiu.

É comum ficarmos lembrando daquela pessoa que nos magoou, de como o fez, ficarmos tentando encontrar os porquês dela e de suas ações, é comum tentarmos entender como foi fazer isso conosco! Não entendemos, não aceitamos, muitas vezes não esquecemos e passamos um tempo revivendo tudo e pensando em estratégias para fazer com que a mesma sofra como nós, para que ‘prove do próprio veneno’, mas por que?

Seguirmos em frente é fundamental! Deixarmos o que nos magoou no passado é importante, pois nos libera a seguir em frente, pois nos libera a vivermos sem mágoa, sem rancor, sem raiva, sem ódio!

Chaplin sempre belo e doce dizia: “Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”.

O que passou já foi, o que você sofreu já foi, você já passou por isso, você já aprendeu com isso, você já chorou, pois sorria, esqueça o fato em si, deixe o ódio e fique com o aprendizado, fique com espaço em seu coração para poder amar e para poder sorrir.

Deixo aqui um convite a reflexão: “O ódio segura, para que o outro não seja feliz. O ódio gruda mais que amor.” Rubem Alves


Deixemos ir...

Por Redação Rápido no Ar
Não raras vezes somos prejudicados por alguém, somos magoados por uma fala, uma ação uma atitude, sentimo-nos tristes, chateados, infelizes. Temos a vontade de ‘pagar na mesma moeda’ de fazer com que o outro sofra, com que o outro sinta o que nos fez sentir, para que ‘aprenda de uma vez por todas’ a não fazer mais isso.

Opa! Mas fazendo assim, parece que igualamo-nos aos que nos machucaram, nos igualamos aos que nos magoaram, nos tornamos parecidos em ação e em pensamento com quem nos feriu.

Como dizia Mahatma Gandhi: “O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.” e tinha razão em sua fala. Perdoar os que nos ferem, os que nos machucam, os que nos magoam requer força, requer sermos fortes em nossos princípios, requer fazermos a opção por não vivermos remoendo e relembrando o que nos atingiu.

É comum ficarmos lembrando daquela pessoa que nos magoou, de como o fez, ficarmos tentando encontrar os porquês dela e de suas ações, é comum tentarmos entender como foi fazer isso conosco! Não entendemos, não aceitamos, muitas vezes não esquecemos e passamos um tempo revivendo tudo e pensando em estratégias para fazer com que a mesma sofra como nós, para que ‘prove do próprio veneno’, mas por que?

Seguirmos em frente é fundamental! Deixarmos o que nos magoou no passado é importante, pois nos libera a seguir em frente, pois nos libera a vivermos sem mágoa, sem rancor, sem raiva, sem ódio!

Chaplin sempre belo e doce dizia: “Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”.

O que passou já foi, o que você sofreu já foi, você já passou por isso, você já aprendeu com isso, você já chorou, pois sorria, esqueça o fato em si, deixe o ódio e fique com o aprendizado, fique com espaço em seu coração para poder amar e para poder sorrir.

Deixo aqui um convite a reflexão: “O ódio segura, para que o outro não seja feliz. O ódio gruda mais que amor.” Rubem Alves


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