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Ando devagar, porque já tive pressa...

Por Redação Rápido no Ar
A canção de Almir Sater que dá título a esta coluna é um convite a nos respeitarmos, logo no início da música ele canta: “Ando devagar, porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais.” e por aí segue a canção que reflete a importância do auto-conhecimento, da maturidade e do respeito próprio.

Muitas são as vezes que queremos ‘abraçar o mundo com as mãos’, que não pensamos em nossas limitações, dificuldades e no quanto teremos de abdicar, de nos prejudicar, de nos esquecermos de nós mesmo para conseguir ‘dar conta do recado’.

Como escutei de uma pessoa muito sábia, é preciso, em alguns momentos, darmos alguns passos para trás, para que possamos continuar a caminhar. Tão profunda e carregada de sabedoria, não é?

Às vezes, recarregarmos as energias é preciso, às vezes darmos um tempo é importante, é preciso pensar em nós mesmos, é preciso que cuidemos de nós mesmos também.

Nem sempre é fácil, pois, em geral, não queremos ser frágeis, não queremos retroceder ou desacelerar.

Sabiamente, Gabriel Garcia Marquez dizia que “o mais importante que aprendi a fazer depois dos quarenta anos foi a dizer não quando é não.”.

Precisamos conhecer nossos limites físicos, emocionais, nossas limitações para que possamos entender se conseguiremos mesmo fazer tudo o que nos pedem, nos propõe ou esperam de nós.

A ansiedade já é tida por muitos, como o ‘mal do século’ e querermos fazer mais que conseguimos, tentarmos dar conta e abraçar o mundo com as mãos, ainda que isto não vá ser possível, pode ser uma fonte de ansiedade.

A ansiedade tem sintomas muito sofridos e, por isso mesmo, é importante que busquemos não exigir de nós mesmos mais do que temos condições de executar, fazer, entregar.

São sintomas de ansiedade: preocupações e medos excessivos, inquietação ou sensação de estar sempre ‘nervoso’, tensão muscular, dores de cabeça, sudorese, náusea ou queimação no estômago, dificuldade para dormir, dentre outros.

Reconhecermos nossos limites, sabermos dizer não e pedirmos ajuda, caso estivermos apresentamos tais sintomas é de fundamental importância para que tenhamos qualidade de vida.

Encerro com um convite a reflexão: “Mas sem ansiedade: o tempo que temos, se estamos atentos, será sempre exato.” Caio Fernando Abreu.

Ando devagar, porque já tive pressa...

Por Redação Rápido no Ar
A canção de Almir Sater que dá título a esta coluna é um convite a nos respeitarmos, logo no início da música ele canta: “Ando devagar, porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais.” e por aí segue a canção que reflete a importância do auto-conhecimento, da maturidade e do respeito próprio.

Muitas são as vezes que queremos ‘abraçar o mundo com as mãos’, que não pensamos em nossas limitações, dificuldades e no quanto teremos de abdicar, de nos prejudicar, de nos esquecermos de nós mesmo para conseguir ‘dar conta do recado’.

Como escutei de uma pessoa muito sábia, é preciso, em alguns momentos, darmos alguns passos para trás, para que possamos continuar a caminhar. Tão profunda e carregada de sabedoria, não é?

Às vezes, recarregarmos as energias é preciso, às vezes darmos um tempo é importante, é preciso pensar em nós mesmos, é preciso que cuidemos de nós mesmos também.

Nem sempre é fácil, pois, em geral, não queremos ser frágeis, não queremos retroceder ou desacelerar.

Sabiamente, Gabriel Garcia Marquez dizia que “o mais importante que aprendi a fazer depois dos quarenta anos foi a dizer não quando é não.”.

Precisamos conhecer nossos limites físicos, emocionais, nossas limitações para que possamos entender se conseguiremos mesmo fazer tudo o que nos pedem, nos propõe ou esperam de nós.

A ansiedade já é tida por muitos, como o ‘mal do século’ e querermos fazer mais que conseguimos, tentarmos dar conta e abraçar o mundo com as mãos, ainda que isto não vá ser possível, pode ser uma fonte de ansiedade.

A ansiedade tem sintomas muito sofridos e, por isso mesmo, é importante que busquemos não exigir de nós mesmos mais do que temos condições de executar, fazer, entregar.

São sintomas de ansiedade: preocupações e medos excessivos, inquietação ou sensação de estar sempre ‘nervoso’, tensão muscular, dores de cabeça, sudorese, náusea ou queimação no estômago, dificuldade para dormir, dentre outros.

Reconhecermos nossos limites, sabermos dizer não e pedirmos ajuda, caso estivermos apresentamos tais sintomas é de fundamental importância para que tenhamos qualidade de vida.

Encerro com um convite a reflexão: “Mas sem ansiedade: o tempo que temos, se estamos atentos, será sempre exato.” Caio Fernando Abreu.

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