Terça-feira, 24 de julho – Cinco notícias para começar o dia bem informado

1 – Bolsonaro evita se comprometer com recriação do SNI
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ouviu nesta segunda-feira, 23, proposta de criar um sistema de inteligência “nos moldes” do Serviço Nacional de Informações (SNI), órgão do regime militar extinto em 1990, em encontro com militares da ativa e da reserva no Clube de Aeronáutica, no centro do Rio.

2 – Portaria reforça orçamento de investimento da Petrobras em R$ 2,7 bilhões
O Ministério do Planejamento abriu R$ 2,798 bilhões de crédito suplementar ao Orçamento de Investimento da União em favor das empresas Petrobras, Amazonas Geração e Transmissão de Energia, Furnas Centrais Elétricas e Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba). A portaria com a decisão está publicada na edição desta terça-feira, 24, do Diário Oficial da União (DOU).

3 – Construtoras acreditam em multa maior por distrato; Procons condenam
A discussão do Projeto de Lei 68/2018, que regulamenta os distratos (desistência da compra de imóveis na planta), atualmente no Senado, virou um importante termômetro do setor imobiliário em São Paulo para as projeções de crescimento no segundo semestre. As principais entidades do setor, como o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) e o Sindicato da Construção Civil (SindusCon-SP), acompanham a tramitação da proposta, enquanto monitoram indicadores econômicos, como a variação do dólar e as projeções do Produto Interno Bruto (PIB).

4 – Anac reajusta tarifas do Aeroporto Internacional de Brasília
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aumentou o valor dos tetos das tarifas do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, localizado em Brasília. O reajuste atinge as tarifas de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia e será aplicado sob dois índices, de 5,1784% e 4,3911%, conforme o tipo de taxa.

5 – Alemanha descarta ceder a “ameaças” dos EUA na questão comercial
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, afirmou que os países europeus não irão ceder à pressão das ameaças dos Estados Unidos na disputa em relação a tarifas comerciais. A autoridade disse, porém, esperar uma solução no caso.
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