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Limeirense recebe cobrança e descobre dívida de quase R$ 20 mil em seu nome

Por Roxane Regly
Um técnico, de 36 anos, denunciou para a Polícia Civil ter sido vítima de estelionato, após receber cobranças de um banco em seu nome.

Um escritório de advocacia e cobranças entrou em contato pelo telefone para informar que ele tinha em aberto uma dívida de quase 20 mil reais, referente a compras em uma loja de materiais de construção na cidade de São Paulo em agosto de 2019.

Porém, ele, que é morador do Jardim José Cortez, em Limeira, desconhece tanto a dívida quanto a conta bancária aberta em uma agência também na cidade de São Paulo. Inclusive, no cadastro do banco, seu endereço consta como sendo da capital.

O homem alega nunca ter autorizado a abertura da conta nem as compras em seu nome. Além disso, ele afirma nunca ter sido roubado ou perdido seus documentos pessoais, o que fez com que ele estranhasse ainda mais a situação.

Ele foi orientado pelo escritório a registrar o Boletim de Ocorrência, para buscar uma solução junto ao banco. O caso também deve ser investigado pela Polícia Civil.

Limeirense recebe cobrança e descobre dívida de quase R$ 20 mil em seu nome

Por Roxane Regly
Um técnico, de 36 anos, denunciou para a Polícia Civil ter sido vítima de estelionato, após receber cobranças de um banco em seu nome.

Um escritório de advocacia e cobranças entrou em contato pelo telefone para informar que ele tinha em aberto uma dívida de quase 20 mil reais, referente a compras em uma loja de materiais de construção na cidade de São Paulo em agosto de 2019.

Porém, ele, que é morador do Jardim José Cortez, em Limeira, desconhece tanto a dívida quanto a conta bancária aberta em uma agência também na cidade de São Paulo. Inclusive, no cadastro do banco, seu endereço consta como sendo da capital.

O homem alega nunca ter autorizado a abertura da conta nem as compras em seu nome. Além disso, ele afirma nunca ter sido roubado ou perdido seus documentos pessoais, o que fez com que ele estranhasse ainda mais a situação.

Ele foi orientado pelo escritório a registrar o Boletim de Ocorrência, para buscar uma solução junto ao banco. O caso também deve ser investigado pela Polícia Civil.

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