A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto na Ponte do Esqueleto, em Limeira, trouxe à tona relatos de outras pessoas que também viveram situações traumáticas em atividades radicais semelhantes.
Com exclusividade, o Rápido no Ar conversou com Thatiane Rosa, de 26 anos, vítima de um grave acidente durante um salto de rope jump realizado em outubro de 2025, no Viaduto Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo.

O caso ganhou repercussão nacional na época após a divulgação de um vídeo impressionante que mostra o momento em que Thatiane é lançada pela equipe responsável e acaba ricocheteando violentamente contra a estrutura do viaduto, sofrendo um forte impacto na cabeça.
Muito emocionada ao comentar a morte de Maria Eduarda, Thatiane revelou que chegou a ser orientada pela equipe a realizar o salto na modalidade conhecida como “aviãozinho”, em que o participante fica totalmente vulnerável ao lançamento feito pelos instrutores.
Segundo ela, os próprios organizadores afirmaram que aquela seria uma forma “mais emocionante” de realizar a atividade.
Thatiane também relatou que, após o acidente, não recebeu qualquer tipo de amparo ou socorro por parte da equipe organizadora.
Oito meses após o ocorrido, ela afirma agradecer pela segunda chance que teve de continuar viva.
O relato reacende o debate sobre segurança, fiscalização e responsabilidade em atividades radicais realizadas de forma irregular em diferentes cidades do país.




