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Janeiro Roxo concentra ações contra a hanseníase em Limeira

Por Redação Rápido no Ar
A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria da Saúde, intensifica suas ações no combate à hanseníase durante este mês, conhecido como Janeiro Roxo. Neste período, informações sobre os sintomas e o tratamento da doença serão divulgadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e também nos canais oficiais da Prefeitura de Limeira. Para fortalecer a campanha e enfatizar o Dia Nacional de Combate à Hanseníase, lembrado no dia 28 de janeiro, a fachada do Edifício Prada (Paço Municipal) será iluminada com a cor roxa na próxima semana.

O Ministério da Saúde instituiu o mês de janeiro e a cor roxa para conscientização sobre a hanseníase, em 2017. No Brasil, são registrados por ano, cerca de 30 mil casos nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças. Em Limeira, são oferecidos o diagnóstico e o tratamento da doença nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Uma vez identificada a doença, o paciente é encaminhado para à Vigilância Epidemiológica onde o tratamento da doença tem início.

A hanseníase é uma doença crônica, causada pelo Bacilo de Hansen - descoberto em 1873 pelo médico norueguês Amaneur Hansen. A enfermidade atinge principalmente pele e nervos, e se não tratada, pode levar a sérias incapacidades físicas. Os primeiros sinais são manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na pele, que não coçam, não causam dor e não incomodam. Em algumas áreas pode haver diminuição do suor e pelos. O paciente pode ter dificuldades para segurar objetos ou pode queimar-se e não sentir.

O contágio ocorre pelo convívio direto e prolongado, por meio da respiração de gotículas eliminadas no ar pela tosse, pela fala e pelo espirro de uma pessoa com hanseníase. Por esse motivo, após o diagnóstico é preciso desencadear um processo de “busca-ativa”, ou seja, fazer a investigação epidemiológica de todos aqueles que conviveram com o paciente nos últimos cinco anos.

No diagnóstico, o médico analisa lesões na pele com manchas (partes da pele podem não ter sensibilidade) e alterações neurológicas específicas (dormências e formigamentos). Assim, as pessoas devem procurar a unidade de saúde mais próxima no caso dessas lesões ou machas indeterminadas. Todas as pessoas que convivem ou conviveram com o paciente de hanseníase devem ser examinadas.

A Vigilância Epidemiológica ressalta que a hanseníase tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pela rede de saúde pública do município. Mais informações também podem ser obtidas na sede da Vigilância, que fica na Avenida Ana Carolina Barros Levy, 650, Centro. os telefone são 3442-5984 e 3441-1914.

Janeiro Roxo concentra ações contra a hanseníase em Limeira

Por Redação Rápido no Ar
A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria da Saúde, intensifica suas ações no combate à hanseníase durante este mês, conhecido como Janeiro Roxo. Neste período, informações sobre os sintomas e o tratamento da doença serão divulgadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e também nos canais oficiais da Prefeitura de Limeira. Para fortalecer a campanha e enfatizar o Dia Nacional de Combate à Hanseníase, lembrado no dia 28 de janeiro, a fachada do Edifício Prada (Paço Municipal) será iluminada com a cor roxa na próxima semana.

O Ministério da Saúde instituiu o mês de janeiro e a cor roxa para conscientização sobre a hanseníase, em 2017. No Brasil, são registrados por ano, cerca de 30 mil casos nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças. Em Limeira, são oferecidos o diagnóstico e o tratamento da doença nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Uma vez identificada a doença, o paciente é encaminhado para à Vigilância Epidemiológica onde o tratamento da doença tem início.

A hanseníase é uma doença crônica, causada pelo Bacilo de Hansen - descoberto em 1873 pelo médico norueguês Amaneur Hansen. A enfermidade atinge principalmente pele e nervos, e se não tratada, pode levar a sérias incapacidades físicas. Os primeiros sinais são manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na pele, que não coçam, não causam dor e não incomodam. Em algumas áreas pode haver diminuição do suor e pelos. O paciente pode ter dificuldades para segurar objetos ou pode queimar-se e não sentir.

O contágio ocorre pelo convívio direto e prolongado, por meio da respiração de gotículas eliminadas no ar pela tosse, pela fala e pelo espirro de uma pessoa com hanseníase. Por esse motivo, após o diagnóstico é preciso desencadear um processo de “busca-ativa”, ou seja, fazer a investigação epidemiológica de todos aqueles que conviveram com o paciente nos últimos cinco anos.

No diagnóstico, o médico analisa lesões na pele com manchas (partes da pele podem não ter sensibilidade) e alterações neurológicas específicas (dormências e formigamentos). Assim, as pessoas devem procurar a unidade de saúde mais próxima no caso dessas lesões ou machas indeterminadas. Todas as pessoas que convivem ou conviveram com o paciente de hanseníase devem ser examinadas.

A Vigilância Epidemiológica ressalta que a hanseníase tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pela rede de saúde pública do município. Mais informações também podem ser obtidas na sede da Vigilância, que fica na Avenida Ana Carolina Barros Levy, 650, Centro. os telefone são 3442-5984 e 3441-1914.

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