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GOE detém comerciante que vendia medicamentos ilegais em Araçatuba

Por Redação Rápido no Ar
A Polícia Civil deteve, na manhã de sexta-feira (29), uma comerciante, de 28 anos, que vendia remédios controlados pela internet. O flagrante aconteceu na zona rural de Araçatuba, no interior de São Paulo.



Após investigações, agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) descobriram que a mulher vendia remédios para emagrecer, que eram proibidos no país e sem registros na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A equipe realizou diligências e abordou a mulher saindo de casa. Em sua bolsa, foram encontradas 24 cartelas com 15 comprimidos de Reductil e mais cinco frascos com 30 comprimidos manipulados de Anfepramona.

Além dos medicamentos, adquiridos no Paraguai e na Argentina, também foi apreendido um aparelho celular usado pela mulher para gerenciar todas as redes sociais em que ela comercializava os produtos.

A comerciante confirmou o crime e foi levada para a Delegacia Seccional de Araçatuba, onde o caso foi registrado como falsificar, corromper, adulterar ou alterar produtos terapêuticos e medicinais.

GOE detém comerciante que vendia medicamentos ilegais em Araçatuba

Por Redação Rápido no Ar
A Polícia Civil deteve, na manhã de sexta-feira (29), uma comerciante, de 28 anos, que vendia remédios controlados pela internet. O flagrante aconteceu na zona rural de Araçatuba, no interior de São Paulo.



Após investigações, agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) descobriram que a mulher vendia remédios para emagrecer, que eram proibidos no país e sem registros na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A equipe realizou diligências e abordou a mulher saindo de casa. Em sua bolsa, foram encontradas 24 cartelas com 15 comprimidos de Reductil e mais cinco frascos com 30 comprimidos manipulados de Anfepramona.

Além dos medicamentos, adquiridos no Paraguai e na Argentina, também foi apreendido um aparelho celular usado pela mulher para gerenciar todas as redes sociais em que ela comercializava os produtos.

A comerciante confirmou o crime e foi levada para a Delegacia Seccional de Araçatuba, onde o caso foi registrado como falsificar, corromper, adulterar ou alterar produtos terapêuticos e medicinais.

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