Estados Unidos e Bósnia se enfrentam hoje, às 22h, no Levi’s Stadium, em San Francisco, nos Estados Unidos, pela fase 16-avos da Copa do Mundo. Trata-se de um confronto inédito, que terá a arbitragem do brasileiro Raphael Claus.
País-sede ao lado de Canadá e México, os Estados Unidos quase tiveram uma fase de grupos perfeita. Depois de vitórias contundentes contra o Paraguai e a Austrália, a equipe perdeu para a Turquia na última rodada, o que não afetou a sua primeira colocação.
Na estreia, os norte-americanos golearam o Paraguai por 4 a 1, em Los Angeles, com gols de Balogun (2), Bobadilla (contra) e Reyna. O meia Maurício, do Palmeiras, descontou.
Em seguida, os EUA garantiram a classificação com a vitória sobre a Austrália por 2 a 0, em Seattle, com dois gols de Folarin Balogun.
Para manter vivo o sonho do título inédito, os EUA precisam quebrar uma sina de 13 jogos sem vitórias contra seleções europeias. São seis empates e sete derrotas no período.
A equipe de Mauricio Pochettino também mira a sua segunda vitória em mata-matas de Copas do Mundo, já que acumula sete derrotas em oito jogos.

Classificada como uma das melhores terceiras colocadas da Copa, a Bósnia teve uma primeira fase conturbada, somando uma vitória, um empate e uma derrota.
Na estreia, empate com o Canadá por 1 a 1, em Toronto. Lukic abriu o placar, mas Larin empatou para os donos da casa no fim.
Na segunda rodada, a Bósnia foi goleada pela Suíça por 4 a 1, em Los Angeles, gols de Manzambi, duas vezes, Vargas e Xhaka. Mahmic descontou.
A classificação veio com a vitória sobre o Catar por 3 a 1, no Lumen Field, em Seattle. Alajbegovic abriu o placar. Al-Brake, contra, ampliou para a Bósnia. Al-Haydos diminuiu. Mas, na etapa final, os bósnios liquidaram o jogo com Mahmic.
Esta é a primeira vez na história que a Bósnia chega a um mata-mata de Copa do Mundo. Trata-se apenas da segunda aparição do país na competição. Na primeira em 2014, caiu na fase de grupos, vencendo o Irã por 3 a 1 e perdendo para Argentina e Nigéria.
O técnico Sergej Barbarez aposta em Edin Dzeko, de 40 anos, do Shalke 04, maior artilheiro da história da seleção, com 73 gols.
EUA x Bósnia
EUA – Freese, Freeman, Ream, Richards; Dest, Tylers Adams, Tilman e Robinson; Christian Pulisic e McKennie; Florian Balogun. Técnico – Mauricio Pochettino.
Bósnia – Vasilj, Malic, Muharemovic, Katic e Kolasinac; Bajrakterevic, Tahirovic, Basic e Alajbegovic; Demirovic e Dzeko. Técnico – Sergej Barbarez.
Árbitro – Raphael Claus (Brasil)
Local – Levi’s Stadium, em San Francisco, nos EUA, às 22h.




