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Esperar o ‘tempo certo’, como assim?

Por Redação Rápido no Ar
“Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, vou te fazer um pedido
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, compositor de destinos, tambor de todos os ritmos, Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, entro num acordo contigo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, por seres tão inventivo
e pareceres contínuo (...)” Oração ao Tempo – Maria Bethânia


O tempo parece ser assim mesmo, dono dos ritmos, inventivo, contínuo e dominador e nós? Reféns dele. Reféns de esperar o tempo que for preciso para um projeto começar e terminar, esperar o tempo necessário para um tratamento chato acabar, esperar o tempo infinito para as dificuldades financeiras irem embora, esperar o tempo certo para o casamento... sim, somos reféns dele., ou será que não sabemos compreender a importância do tempo?

Por que será que não nos aliamos ao tempo e vamos entendendo a razão de precisarmos esperar que ele passe para que as coisas aconteçam? Não digo esperar de forma inerte, sem fazer movimentos e tomar ações que nos ajudem, mas é preciso que saibamos esperar.

Henry Van Dyke dizia poeticamente que “O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam, mas, para os que amam, o tempo é eterno.”, isto, nos leva a refletir que o tempo é sempre o mesmo, não muda, permanece como é, mas nosso olhar e nossos sentimentos e pensamentos sobre ele é que fazem deste um vilão ou um aliado.

Não podemos ou devemos apressar ou retardar o tempo (até porque isto é impossível), mas é possível e necessário que avaliemos e mudemos nosso olhar sobre o tempo.

Muitas vezes queremos que o tempo passe logo, para que possamos conseguir algo que almejamos, ou nos livrarmos de um sofrimento ou ainda vermos a solução de um problema.

Vamos refletir. Conseguirmos algo que almejamos requer que tracemos metas, objetivos, tenhamos comportamentos adequados para que possamos conseguir atingir todas as metas e chegar ao objetivo final. Se estamos sofrendo, queremos que ele voe, entretanto, é preciso tempo para que os problemas sejam estudados, compreendidos, para que ações possam ser tomadas e comecem a surtir efeito para que estes sejam solucionados.

Apressar as coisas pode significar pular etapas e pode ter como consequência resultados ruins. Assim como retardar o tempo, caso fosse possível, não tende a ser saudável. Imagine se o tempo passasse muito lentamente para que a família curta o bebê que acabou de nascer? Este ia passar muito mais tempo bebê, ia se desenvolver muito mais lentamente, talvez isso fosse exaustivo para todos.

O que isso quer dizer? Que nosso olhar e nossa tentativa de burlar o tempo é que o transformam em cruel. Precisamos olhar para ele como parte de nossa vida e da solução dos problemas e também como aquele que finda bons momentos com sua passagem.

Que possamos nos aliar ao tempo e convivermos de forma pacífica com ele, sabendo, como dizem os antigos: “Dar tempo ao tempo.”.

Encerro a coluna de hoje com um convite a reflexão: “Eu fiz um acordo com o tempo... Nem ele me persegue, nem eu fujo dele... Qualquer dia a gente se encontra e, dessa forma, vou vivendo intensamente cada momento...” Mário Lago

Sugestões de temas, dúvidas ou comentários: sophiarodovalho@rapidonoar.com.br

Esperar o ‘tempo certo’, como assim?

Por Redação Rápido no Ar
“Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, vou te fazer um pedido
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, compositor de destinos, tambor de todos os ritmos, Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, entro num acordo contigo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo, por seres tão inventivo
e pareceres contínuo (...)” Oração ao Tempo – Maria Bethânia


O tempo parece ser assim mesmo, dono dos ritmos, inventivo, contínuo e dominador e nós? Reféns dele. Reféns de esperar o tempo que for preciso para um projeto começar e terminar, esperar o tempo necessário para um tratamento chato acabar, esperar o tempo infinito para as dificuldades financeiras irem embora, esperar o tempo certo para o casamento... sim, somos reféns dele., ou será que não sabemos compreender a importância do tempo?

Por que será que não nos aliamos ao tempo e vamos entendendo a razão de precisarmos esperar que ele passe para que as coisas aconteçam? Não digo esperar de forma inerte, sem fazer movimentos e tomar ações que nos ajudem, mas é preciso que saibamos esperar.

Henry Van Dyke dizia poeticamente que “O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam, mas, para os que amam, o tempo é eterno.”, isto, nos leva a refletir que o tempo é sempre o mesmo, não muda, permanece como é, mas nosso olhar e nossos sentimentos e pensamentos sobre ele é que fazem deste um vilão ou um aliado.

Não podemos ou devemos apressar ou retardar o tempo (até porque isto é impossível), mas é possível e necessário que avaliemos e mudemos nosso olhar sobre o tempo.

Muitas vezes queremos que o tempo passe logo, para que possamos conseguir algo que almejamos, ou nos livrarmos de um sofrimento ou ainda vermos a solução de um problema.

Vamos refletir. Conseguirmos algo que almejamos requer que tracemos metas, objetivos, tenhamos comportamentos adequados para que possamos conseguir atingir todas as metas e chegar ao objetivo final. Se estamos sofrendo, queremos que ele voe, entretanto, é preciso tempo para que os problemas sejam estudados, compreendidos, para que ações possam ser tomadas e comecem a surtir efeito para que estes sejam solucionados.

Apressar as coisas pode significar pular etapas e pode ter como consequência resultados ruins. Assim como retardar o tempo, caso fosse possível, não tende a ser saudável. Imagine se o tempo passasse muito lentamente para que a família curta o bebê que acabou de nascer? Este ia passar muito mais tempo bebê, ia se desenvolver muito mais lentamente, talvez isso fosse exaustivo para todos.

O que isso quer dizer? Que nosso olhar e nossa tentativa de burlar o tempo é que o transformam em cruel. Precisamos olhar para ele como parte de nossa vida e da solução dos problemas e também como aquele que finda bons momentos com sua passagem.

Que possamos nos aliar ao tempo e convivermos de forma pacífica com ele, sabendo, como dizem os antigos: “Dar tempo ao tempo.”.

Encerro a coluna de hoje com um convite a reflexão: “Eu fiz um acordo com o tempo... Nem ele me persegue, nem eu fujo dele... Qualquer dia a gente se encontra e, dessa forma, vou vivendo intensamente cada momento...” Mário Lago

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