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CPI que apura tragédia no Ninho do Urubu propõe amistoso para ajudar famílias

Por Redação Rápido no Ar
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Incêndios na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) discutiu novamente nesta sexta-feira a tragédia do Ninho do Urubu, onde dez jogadores das divisões de base do Flamengo morreram após incêndio em fevereiro de 2019.

O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, não compareceu à audiência. Ele está em Brasília para acompanhar o time na final da Supercopa do Brasil, domingo, contra o Athletico-PR. As famílias das vítimas reclamaram da ausência do dirigente.

O Flamengo foi representado pelo CEO Reinaldo Belotti, pelo vice-presidente jurídico Rodrigo Dunshee e pelo vice de administração Jaime Correa da Silva. O vice de futebol Marcos Braz compareceu por conta própria e saiu antes do fim da sessão

A CPI sugeriu um amistoso beneficente do Flamengo para reverter a renda para as famílias. Rodrigo Dunshee disse que levaria a ideia para a diretoria. "Tenho certeza que os jogadores vão ter o maior prazer de fazer esse jogo", afirmou o vice jurídico.

Na sexta-feira da semana passada, dirigentes do Flamengo não compareceram à Alerj para prestar depoimento na CPI. Então, foi ordenado a condução coercitiva dos dirigentes. Nesta sexta, embora Landim não tenha comparecido, a CPI entendeu que o presidente estava representado pelo vice Rodrigo Dunshee.

A tragédia do Ninho do Urubu completou um ano em 8 de fevereiro. Até agora, entre as dez vítimas, apenas três acordos foram selados: com parentes de Vitor Isaías, Athila Paixão e Gedson Santos. No caso de Rykelmo Souza, o Flamengo se acertou com o pai do garoto, mas não com a mãe, que já entrou com um processo judicial. Outros familiares reclamam de falta de sensibilidade do clube.


CPI que apura tragédia no Ninho do Urubu propõe amistoso para ajudar famílias

Por Redação Rápido no Ar
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Incêndios na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) discutiu novamente nesta sexta-feira a tragédia do Ninho do Urubu, onde dez jogadores das divisões de base do Flamengo morreram após incêndio em fevereiro de 2019.

O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, não compareceu à audiência. Ele está em Brasília para acompanhar o time na final da Supercopa do Brasil, domingo, contra o Athletico-PR. As famílias das vítimas reclamaram da ausência do dirigente.

O Flamengo foi representado pelo CEO Reinaldo Belotti, pelo vice-presidente jurídico Rodrigo Dunshee e pelo vice de administração Jaime Correa da Silva. O vice de futebol Marcos Braz compareceu por conta própria e saiu antes do fim da sessão

A CPI sugeriu um amistoso beneficente do Flamengo para reverter a renda para as famílias. Rodrigo Dunshee disse que levaria a ideia para a diretoria. "Tenho certeza que os jogadores vão ter o maior prazer de fazer esse jogo", afirmou o vice jurídico.

Na sexta-feira da semana passada, dirigentes do Flamengo não compareceram à Alerj para prestar depoimento na CPI. Então, foi ordenado a condução coercitiva dos dirigentes. Nesta sexta, embora Landim não tenha comparecido, a CPI entendeu que o presidente estava representado pelo vice Rodrigo Dunshee.

A tragédia do Ninho do Urubu completou um ano em 8 de fevereiro. Até agora, entre as dez vítimas, apenas três acordos foram selados: com parentes de Vitor Isaías, Athila Paixão e Gedson Santos. No caso de Rykelmo Souza, o Flamengo se acertou com o pai do garoto, mas não com a mãe, que já entrou com um processo judicial. Outros familiares reclamam de falta de sensibilidade do clube.


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