A ansiedade e as consequências de uma sociedade cada vez mais acelerada

As pessoas hoje em dia estão mais ansiosas? Não são poucas as pessoas que hoje responderiam afirmativo para esta pergunta. Com uma rotina atribulada, informação vindas de todos os lados e o relógio parecendo correr contra o tempo muitos são aqueles que se envolvem numa espécie de corrida pessoal, esquecendo de viver o presente e angustiando-se por situações e eventos que não aconteceram

Medo e preocupação constantes também são indicativos desse transtorno que hoje afeta mais de 33% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo o Brasil líder no ranking dos países com maior número de ansiosos. Mas o que fazer para diminuir e tratar este problema que tem inviabilizado e prejudicado a qualidade de vida de vários brasileiros?

Segundo a psicóloga Regiane Sabú (CRP – 08/25295), da Clínica Conexão Humana em Curitiba, a psicoterapia é fundamental no tratamento, pois atua diretamente nas questões que dão origem ao incômodo do paciente.

“O caminho da recuperação inicia no alívio dos sintomas e avança, principalmente, no tratamento da origem emocional da ansiedade, minimizando gradativamente a vulnerabilidade do paciente a este transtorno, à medida em que promove o fortalecimento dos aspectos pessoais positivos e potencializa o autoconhecimento e a autonomia do paciente”, defende Regiane.

Além disso, a famosa dupla “exercícios físicos e dieta balanceada” colabora para a diminuição dos sintomas, promovendo equilíbrio e bem-estar físico. Práticas como meditação e yoga, além de exercícios aeróbicos que estimulam o gasto energético também contribuem para a melhora da saúde mental.

O uso de psicotrópicos pode ser necessário em alguns casos, mas para isso, deve-se ter o acompanhamento médico associado ao psicoterápico.

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