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Bolsonaro diz não acreditar no número de casos de novo coronavírus em SP

Por Redação Rápido no Ar
Com diversas referências ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que alguns governadores querem "fazer número político" de números sobre as contaminações e mortes decorrentes do novo coronavírus. Durante entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, Bolsonaro chegou a duvidar dos dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que tem o maior número de casos. "Não estou acreditando nesses números", disse o presidente.

Durante a conversa, Bolsonaro defendeu que as medidas de contenção da covid-19 devem ser tomadas de acordo com a "sazonalidade" e o local, mas não apresentou base científica para a estratégia.

"São Paulo tem lugares em que é frio, outros em que é quente. O Vale do Ribeira, por exemplo, é úmido. De acordo com a incidência tem que ter atuação diferente", declarou o presidente da República.

Bolsonaro avaliou que o número de 58 mortes em São Paulo é "muito grande" para a população. "Tem que ver o que está acontecendo aí. E não pode ser um jogo de números para favorecer interesse político", declarou.

O presidente também rebateu Doria sobre a preocupação do Brasil acabar em situação semelhante à de outros países, como a Itália, que apenas nesta sexta-feira informou o registro de quase mil mortes.

O total de mortes no país europeu chega a quase 8 mil. "Não adianta querer torturar números de fora do Brasil para justificar ações aqui dentro", afirmou.

Bolsonaro diz não acreditar no número de casos de novo coronavírus em SP

Por Redação Rápido no Ar
Com diversas referências ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que alguns governadores querem "fazer número político" de números sobre as contaminações e mortes decorrentes do novo coronavírus. Durante entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, Bolsonaro chegou a duvidar dos dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que tem o maior número de casos. "Não estou acreditando nesses números", disse o presidente.

Durante a conversa, Bolsonaro defendeu que as medidas de contenção da covid-19 devem ser tomadas de acordo com a "sazonalidade" e o local, mas não apresentou base científica para a estratégia.

"São Paulo tem lugares em que é frio, outros em que é quente. O Vale do Ribeira, por exemplo, é úmido. De acordo com a incidência tem que ter atuação diferente", declarou o presidente da República.

Bolsonaro avaliou que o número de 58 mortes em São Paulo é "muito grande" para a população. "Tem que ver o que está acontecendo aí. E não pode ser um jogo de números para favorecer interesse político", declarou.

O presidente também rebateu Doria sobre a preocupação do Brasil acabar em situação semelhante à de outros países, como a Itália, que apenas nesta sexta-feira informou o registro de quase mil mortes.

O total de mortes no país europeu chega a quase 8 mil. "Não adianta querer torturar números de fora do Brasil para justificar ações aqui dentro", afirmou.

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