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Caso Henry Borel: padrasto é condenado a quase 44 anos e a mãe recebe perdão judicial

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Após cinco anos e dois meses em que o menino Henry Borel foi assassinado, no Rio de Janeiro, e depois de 10 dias de julgamento – considerado o maior da história do Tribunal de Justiça carioca -, o júri condenou, na madrugada desta quinta-feira (4), o padrasto da vítima, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, em 43 anos e 9 meses de prisão, por homicídio, tortura e coação, e concedeu à mãe, Monique Medeiros, perdão judicial pelo crime de homicídio.

Monique, que foi condenada pelo crime de omissão em relação à tortura sofrida pelo filho, terá que cumprir 01 ano e 04 meses, no regime aberto. Além das sentenças, o Dr. Jairinho terá que pagar uma indenização de R$400 mil ao pai de Henry – Leniel Borel – por danos morais.

Henry Borel, conforme divulgado na época pelo Rápido No Ar, morreu no dia 8 de março de 2021, em um hospital do Rio de Janeiro, para onde foi levado pelo padrasto e pela mãe, os quais diziam que o encontraram caído, no quarto.

Henry, que sofreu parada cardiorrespiratória, não resistiu e acabou falecendo. O corpo do menino foi levado para necrópsia, onde o médico legista constatou diversos traumas no corpo, hemorragia, entre outros, configurando-se sinais de agressões físicas.

A defesa do Dr. Jairinho informou que irá recorrer da sentença.

 

 

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