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Vereadora que chegou a dormir na Ponte do Esqueleto em protesto diz que restrições são “alívio” após tragédia

A vereadora Bruna Magalhães (PRTB), que no ano passado chegou a passar uma noite acampada na Ponte do Esqueleto em forma de protesto, afirmou que as medidas anunciadas para restringir o acesso ao local representam um alívio após anos de alertas sobre os riscos existentes na área.

“É um alívio, porque se isso não acontecesse, outras vidas seriam perdidas aqui”, declarou a parlamentar, em entrevista ao jornalista Lucas Claro, na manhã desta quarta-feira (17).

Bruna relembrou que realizou diversas cobranças junto aos governos estadual e federal em busca de providências para a ponte, que já foi palco de acidentes graves e mortes. Entre as ações, ela protocolou ofícios solicitando intervenções de segurança e chegou a acampar no local para chamar a atenção das autoridades.

Segundo a vereadora, o objetivo sempre foi evitar que novas tragédias acontecessem. Ela afirma que, ao longo dos últimos meses, continuou formalizando pedidos e alertando sobre a necessidade de uma definição em relação à área.

As discussões sobre o futuro da Ponte do Esqueleto ganharam força após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump realizado no último sábado (13). Desde então, órgãos municipais e federais passaram a discutir medidas para restringir o acesso ao local e reforçar a fiscalização da área.

Para Bruna, as providências anunciadas agora chegam após uma longa luta para que o problema fosse tratado com a devida atenção pelas autoridades responsáveis.

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