A vacinação contra a gripe continua sendo a principal forma de prevenção contra a influenza, doença respiratória que pode causar complicações graves e até levar à morte. A dose precisa ser aplicada todos os anos porque os vírus sofrem mutações frequentes, exigindo a atualização do imunizante.
Vacina é atualizada a cada temporada
A vacina contra a gripe é produzida com vírus inativados e fragmentados, ou seja, não provoca a doença. Ela estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra as cepas do vírus influenza com maior probabilidade de circulação em cada período.
Como o vírus sofre alterações constantes, a composição da vacina é revisada anualmente, garantindo proteção contra as variantes mais recentes.
Quem deve se vacinar?
No estado de São Paulo, a vacinação começou em março para os grupos prioritários e, desde junho, foi ampliada para todas as pessoas com mais de 6 meses de idade, conforme a disponibilidade de doses nos municípios.
A imunização é especialmente recomendada para idosos, crianças pequenas, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas, imunossuprimidos, profissionais da saúde, professores, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, forças de segurança, povos indígenas, quilombolas e outros grupos definidos pelas autoridades de saúde.
Proteção contra casos graves
Embora muitas pessoas apresentem sintomas leves, a gripe pode evoluir para pneumonia, síndrome respiratória aguda grave e agravamento de doenças preexistentes, aumentando o risco de internações e óbitos.
A transmissão ocorre principalmente por gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar, além do contato com superfícies contaminadas.
A vacina não é indicada para crianças menores de seis meses. Pessoas que tiveram reação alérgica grave após uma dose anterior devem procurar orientação médica antes de se imunizar.
Para receber a vacina, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.

