O policial civil e piloto de helicóptero Felipe Monteiro Marques, de 46 anos, que foi baleado a bordo de um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em março de 2025, durante uma operação na zona oeste, morreu neste domingo (17), cinco meses após ter tido alta hospitalar – ele ficou internado nove meses, em estado grave, pois sofreu uma perfuração no crâneo.
No momento do ataque, Felipe estava como co-piloto de uma aeronave do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Neste dia, a operação era contra uma quadrilha especializada em roubos de vans – eles desmanchavam esses veículos e vendiam as peças.
Desde o crime, cada avanço no tratamento de Felipe era compartilhado pela esposa dele, nas redes sociais. Em dezembro do ano passado, quando ele recebeu alta, na saída do hospital, era aguardado por colegas de profissão.
No início deste mês, ele foi submetido a uma cirurgia, para retirada de um hematoma, porém teriam surgido outros sangramentos. Algumas infecções surgiram e ele não resistiu.
Aos familiares, amigos e à Polícia Civil do Rio de Janeiro, nossas sinceras condolências.

