Levado ao Tribunal do Júri nesta quinta-feira (26/3), um homem foi condenado a 60 anos de prisão, em regime inicial fechado, por ter matado uma menina de 11 anos na cidade de Campinas (SP).
A denúncia, oferecida em abril de 2024 pela promotora Verônica Silva de Oliveira, apontou que o réu estuprou a vítima antes de matá-la, praticando também sexo com o corpo após o assassinato.
Na sentença, o Judiciário reconheceu a prática de estupro de vulnerável e homicídio com meio cruel, mediante dissimulação e para assegurar a impunidade de delito anterior, além de ocultação e vilipêndio de cadáver. A tese foi sustentada em plenário pelo promotor Davi Bulgarelli de Freitas Guimarães.
Em 29 de março de 2024, o réu observou quando a menina saiu da própria casa para comprar refrigerante e a atraiu até sua residência, no bairro Jardim Fernanda II. Lá, cometeu o estupro e agrediu a vítima com golpes de marreta, além de enforcá-la.
Após cometer novos atos libidinosos com o cadáver, o homem enrolou-o em um lençol e deixou-o em um terreno onde havia um imóvel sendo construído. O réu está preso e não poderá recorrer em liberdade.

