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Briga generalizada em escola da área central de Araras deixa alunas e funcionárias feridas

Foto: GCM/Araras

Uma briga generalizada, registrada nesta terça-feira (25), na Escola Estadual Zurita, instalada na Praça Barão de Araras, na área central de Araras (SP), deixou ao menos cinco pessoas feridas, entre elas alunas e funcionárias da instituição, sendo que uma das estudantes foi socorrida com suspeita de trauma de crânio.

Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM), que foi solicitada via Central 153, sobre uma possível briga na hora do recreio, ao chegar na escola, uma das equipes encontrou uma aluna de 14 anos caída e com sangramento em um dos ouvidos.

Também ao chão estava uma merendeira, de 44 anos, com ferimento na perna direita – ela teria se ferido após tentar separar as envolvidas na confusão. Outras funcionárias também passaram por atendimento médico.

A adolescente que sangrava pelo ouvido e a merendeira foram socorridas por agentes do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levadas para o Hospital São Leopoldo Mandic.

Outras três menores – com 14 e 15 anos – também passaram por atendimento médico para elaboração de laudo. As responsáveis pelas adolescentes foram comunicadas e as acompanharam durante o atendimento.

O motivo não foi ainda apurado, mas uma delegada registrou ocorrência de Ato Infracional/Lesão Corporal e irá ouvir as vítimas e testemunhas em breve.

Secretaria de Estado da Educação

Em resposta à demanda da reportagem do Rápido No Ar, a  Unidade Regional de Ensino (URE), sediada em Pirassununga (SP), informou, por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação, que repudia toda e qualquer forma de violência, dentro ou fora do ambiente escolar.
Sobre o ocorrido, de acordo com a Secretaria, houve a intervenção imediata da vice-diretora e de uma merendeira para cessar a agressão.
“A gestão escolar prestou atendimento à estudante agredida e acionou os responsáveis legais de todas as envolvidas, que compareceram à unidade para ciência. O Samu prestou o primeiro atendimento a todas e levou a estudante para um hospital para os devidos exames. A polícia militar foi chamada e feito Boletim de Ocorrência.  As alunas agressoras irão assistir aula em uma sala reservada enquanto o Conselho da unidade determinará as medidas cabíveis. O caso foi inserido no Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP) que está prestando suporte à comunidade escolar, com o objetivo de intensificar as ações de promoção da cultura de paz entre os estudantes. Um profissional do Programa Psicólogos na Escola está disponível para atendimento da aluna, caso os responsáveis autorizem. A URE e a unidade escolar permanecem à disposição para os devidos esclarecimentos, reafirmando seu compromisso com a mediação responsável, a prevenção de conflitos e a garantia dos direitos das estudantes e funcionárias”, diz a nota.

 

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